REPORTAGEM: PINHALNOVENSE – BELENENSES: A FESTA DA TAÇA FOI AZUL... DE LISBOA
Publicado quinta-feira, janeiro 27, 2005 ás 13:18.
A concentração da Fúria Azul foi combinada ás 12:30 no Restelo, e como se previa inicialmente poucos foram os ultras que se dirigiram ao campo Santos Jorge no Pinhal Novo para assistir a mais um encontro a contar para a Taça de Portugal.
Devido á hora da partida e essencialmente ao jogo ser realizado a um dia de semana não se esperava uma invasão azul, no entanto muitos eram os azuis de Lisboa estavam no Pinhal Novo.

Era cerca de uma hora da tarde quando sairam de Lisboa, os cinco carros em direcção á margem sul do Tejo, a viagem foi animada em que se falava de tudo um pouco, principalmente nas dificuldades que o Belenenses iria encontrar naquele campo sintético contra uma equipa que também veste de azul.

Depois de alguns andarem perdidos entre a Moita, Coina e arredores, o pessoal lá deu com o destino e chegou a Pinhal uma hora antes.
Nas imediações do campo estava um mar de gente, parece que toda a vila tinha tirado umas horas do seu trabalho para ir ver o jogo, estariam cerca de 2000 pessoas naquele campo.

O pessoal de Lisboa aproveitou e foi bebendo e comendo qualquer coisa porque a fome apertava. Alguns ainda aproveitaram para dar uns toques numa bola enquanto a partida não começava. As faixas foram colocadas e o pessoal que foi directo para o Pinhal juntou-se ao grupo. A Fúria Azul apresentou no total cerca de 25/30 elementos que apoiaram o seu clube com cantigos espaçados, apresentaram as suas bandeiras e estandartes.

O ambiente era de festa, haviam pessoas nos telhados, outras em varandas e em postes de electricos para assistirem ao jogo, dezenas de olhares atentos seguiam o movimento da bola no sintético, até mesmo o poético Sr. Rafael fãn incondicional do Pinhalnovense fez questão de tirar uma foto connosco, no entanto o seu maior prazer, felizmente para todos nós, ficou para uma próxima vez.


Quanto á partida, ficou marcada pelo início do jogo com maior fulgor ofensivo do Pinhalnovense, aproveitando as reduzidas dimensões do campo e as dificuldades de adaptação dos jogadores do Belenenses ao piso sintético.
Carlos Carvalhal introduziu três alterações - Pedro Alves, Rolando e Catanha para os lugares de Marco Aurélio, Wilson e Lourenço -, mas manteve a espinha dorsal do onze titular. O esquema também se manteve: um trinco, dois médios-ala, um médio ofensivo e dois avançados.

Se o sintético poderia ter alguma influência na incapacidade do Belenenses para responder ao meio-campo organizado e ao desdobramento rápido para o ataque do adversário, essa influência morreu aos 26 minutos. Amaral recebeu um passe na direita e, à entrada da grande área, desferiu um remate com pouca força, que após embater no pé de um adversário, terminou dentro da baliza de Hugo Alves. Ambas as formações demonstraram, contudo, pouca apetência para criarem ocasiões de golo.

Ao intervalo, Neca rendeu Juninho e, embora não tenha trazido qualquer ideia adicional para a melhoria do futebol azul, esteve no pontapé de canto de que resultou o 2-0. Neca bateu o canto e a bola cabeceada por Rolando e só parou no fundo das redes. Segundos antes do final, Pedro Alves ofereceu aos adeptos contrários um motivo para festejar, um golo merecido pela forma determinada como os seus jogadores se entregaram ao jogo.

A viagem de volta fez-se calmamente até Lisboa, alguns ainda foram trabalhar depois do jogo outros a pensar no próximo sorteio da taça e no sonho que se chama Jamor.
RUMO AO JAMOR ! FORÇA BELÉM !
Devido á hora da partida e essencialmente ao jogo ser realizado a um dia de semana não se esperava uma invasão azul, no entanto muitos eram os azuis de Lisboa estavam no Pinhal Novo.

Era cerca de uma hora da tarde quando sairam de Lisboa, os cinco carros em direcção á margem sul do Tejo, a viagem foi animada em que se falava de tudo um pouco, principalmente nas dificuldades que o Belenenses iria encontrar naquele campo sintético contra uma equipa que também veste de azul.

Depois de alguns andarem perdidos entre a Moita, Coina e arredores, o pessoal lá deu com o destino e chegou a Pinhal uma hora antes.
Nas imediações do campo estava um mar de gente, parece que toda a vila tinha tirado umas horas do seu trabalho para ir ver o jogo, estariam cerca de 2000 pessoas naquele campo.

O pessoal de Lisboa aproveitou e foi bebendo e comendo qualquer coisa porque a fome apertava. Alguns ainda aproveitaram para dar uns toques numa bola enquanto a partida não começava. As faixas foram colocadas e o pessoal que foi directo para o Pinhal juntou-se ao grupo. A Fúria Azul apresentou no total cerca de 25/30 elementos que apoiaram o seu clube com cantigos espaçados, apresentaram as suas bandeiras e estandartes.

O ambiente era de festa, haviam pessoas nos telhados, outras em varandas e em postes de electricos para assistirem ao jogo, dezenas de olhares atentos seguiam o movimento da bola no sintético, até mesmo o poético Sr. Rafael fãn incondicional do Pinhalnovense fez questão de tirar uma foto connosco, no entanto o seu maior prazer, felizmente para todos nós, ficou para uma próxima vez.


Quanto á partida, ficou marcada pelo início do jogo com maior fulgor ofensivo do Pinhalnovense, aproveitando as reduzidas dimensões do campo e as dificuldades de adaptação dos jogadores do Belenenses ao piso sintético.
Carlos Carvalhal introduziu três alterações - Pedro Alves, Rolando e Catanha para os lugares de Marco Aurélio, Wilson e Lourenço -, mas manteve a espinha dorsal do onze titular. O esquema também se manteve: um trinco, dois médios-ala, um médio ofensivo e dois avançados.

Se o sintético poderia ter alguma influência na incapacidade do Belenenses para responder ao meio-campo organizado e ao desdobramento rápido para o ataque do adversário, essa influência morreu aos 26 minutos. Amaral recebeu um passe na direita e, à entrada da grande área, desferiu um remate com pouca força, que após embater no pé de um adversário, terminou dentro da baliza de Hugo Alves. Ambas as formações demonstraram, contudo, pouca apetência para criarem ocasiões de golo.

Ao intervalo, Neca rendeu Juninho e, embora não tenha trazido qualquer ideia adicional para a melhoria do futebol azul, esteve no pontapé de canto de que resultou o 2-0. Neca bateu o canto e a bola cabeceada por Rolando e só parou no fundo das redes. Segundos antes do final, Pedro Alves ofereceu aos adeptos contrários um motivo para festejar, um golo merecido pela forma determinada como os seus jogadores se entregaram ao jogo.

A viagem de volta fez-se calmamente até Lisboa, alguns ainda foram trabalhar depois do jogo outros a pensar no próximo sorteio da taça e no sonho que se chama Jamor.


