REPORTAGEM: V. SETÚBAL - BELENENSES: EXCELENTE APOIO COM "BOM FIM"
Publicado terça-feira, janeiro 18, 2005 ás 20:48.
Eram precisamente 18:15 quando cerca de 40 elementos partiram do Estádio do Restelo numa camioneta com destino à cidade sadina.
Devido à hora em que foi combinada a concentração, não foi possivel que a Fúria Azul conseguisse reunir mais elementos de forma a encher totalmente o autocarro alugado.
No entanto, muitos dos seus elementos ficaram de se dirigir directamente a Setúbal, especialmente aqueles que residem na margem sul do Tejo.

A curta viagem fez-se sem problemas de transito e a rapida deslocação fez-se em menos de 40minutos, no entanto, DEUS já pedia para parar em plena ponte 25 de Abril, talves para pagar umas jolas ao pessoal, este já não se encontrava mas perfeitas condições, o homem divino mais uma vez meteu o pessoal a rir, entregou a cada um de nós uma fotocópia com os seus dotes profissionais. Nessa sua “fanzine”, poeticamente escrita, descreve o seu ganha pão, os seus quadros artisticos que valem 40 biliões de euros... é obra

Faltava 1h e 30m para o inicio da partida e tudo corria como o planeado, até que alguem se lembrou que tinham deixado o “Lu” no Restelo, enfim, uma falha tecnica que se resolveu.
O muito tempo que restava para o inicio da partida, permitiu a que o pessoal fosse comer e beber nos cafés junto ao estádio para que mais tarde houvesse força para gritar pelo Belém.
Enquanto o pessoal chegava e outros comiam cá fora, lá dentro já se colocavam as faixas na rede da Fúria Azul.

Chegou a hora, a Fúria com cerca de 80 elementos apresentou na bancada os habituais estandartes e bandeiras á entrada da equipa em campo e o apoio foi total. Delirio quando o Belenenses marcou o 1º golo e mesmo após o golo vitoriano aos 85mins não fez com que a Fúria Azul diminuisse o seu apoio constante. Após o 2º golo as bandeiras estiveram constantemente no ar, e a alegria da bancada do topo norte era azul. Estavam cerca de 400 adeptos azuis em Setubal, muito bom para uma segunda.feira á noite.
Quanto á partida, O Belenenses estreou-se a vencer fora do Restelo, no Estádio do Bonfim (1-2), diante de um Vitória de Setúbal que até criou as melhores oportunidades de golo mas não teve arte e engenho para bater o experiente Marco Aurélio, em partida que encerrou a 17.ª jornada da Superliga.

Quem não marca... sofre! Esta velha máxima do futebol aplica-se na perfeição à partida desta noite no Estádio do Bonfim. O Vitória entrou a todo o gás, poderia ter resolvido o jogo na primeira parte, criou algumas oportunidades de golo contra apenas uma dos azuis do Restelo (Lourenço).
O Belenenses só aos 27 minutos criou perigo para a baliza de Marco Tábuas (Lourenço), pelo que o nulo ao intervalo não reflectia a supremacia sadina durante os primeiros 45 minutos.
A segunda parte começou como a primeira: logo no primeiro minuto, Jorginho falha mais uma oportunidade flagrante de golo, com a bola a bater na barra da baliza de Marco Aurélio. Volvidos escassos seis minutos, foi a vez de Manuel José rematar ao poste, com a baliza escancarada. Era azar a mais para a equipa de José Couceiro, que só pode queixar-se de si própria.

O Belenenses adianta-se no marcador aos 60 minutos, por intermédio de Juninho Petrolina, que disparou à entrada da área, após passe de Amaral. José Couceiro arriscou ainda mais no ataque, mas agora a sua equipa dava sinais de nervosismo e, aos 75 minutos, o Belenenses poderia ter elevado a vantagem, mas Amaral, isolado diante de Marco Tábuas, rematou para fora.
O Vitória não baixou os braços, enquanto o Belenenses tentava gerir a vantagem e explorar o contra-ataque. Aos 84 minutos, Manuel José repôs a igualdade no marcador, ao apontar muito bem um livre e surpreender Marco Aurélio. O tempo escoava-se e o Vitória pressionava, enquanto Carlos Carvalhal tentava «arrefecer» o ímpeto dos sadinos com várias substituições. Tudo indicava que o empate iria permanecer até final, mas ao cair do pano o Belenenses conseguiu mais um golo que lhe valeu três pontos preciosos. Grande trabalho de Cabral, na esquerda, a endossar a bola a Marco Paulo e este a facturar.

Os sadinos, que mantiveram o oitavo lugar, com 24 pontos, enquanto o Belenenses foi feliz e saltou do 15.º para o 12.º posto, agora com 21 pontos e já mais tranquilo.
Muito se fala da assistência no Restelo, mas o publico no próprio estadio do bonfim não está melhor, talves cerca de 2500 pessoas a assistir ao encontro.
Ultima nota para as duas claques sadinas, os Furacões Sadinos e o VIII Exercito estavam juntos no mesmo sector, algumas movimentaçoes durante a partida com bandeiras e estandartes. O VIII exercito apresentou uma tarja critica dedicada ao Carlos Carvalhal no inicio do encontro que dizia: Carvalhal, trabalho e dedicação vale mais que €, ambição diferente de €. Bem... na verdade ninguem trabalha para aquecer, pode-se fazer um trabalho com dedicação no entanto sem dinheiro no final do mês é normal que não haja motivação.

O regresso fez-se com bom espirito e a chegada ao Restelo ainda deu para cumprimentar pessoalmente os nossos jogadores que tinham acabado de regressar de Setúbal
FORÇA BELÉM !!
Devido à hora em que foi combinada a concentração, não foi possivel que a Fúria Azul conseguisse reunir mais elementos de forma a encher totalmente o autocarro alugado.
No entanto, muitos dos seus elementos ficaram de se dirigir directamente a Setúbal, especialmente aqueles que residem na margem sul do Tejo.

A curta viagem fez-se sem problemas de transito e a rapida deslocação fez-se em menos de 40minutos, no entanto, DEUS já pedia para parar em plena ponte 25 de Abril, talves para pagar umas jolas ao pessoal, este já não se encontrava mas perfeitas condições, o homem divino mais uma vez meteu o pessoal a rir, entregou a cada um de nós uma fotocópia com os seus dotes profissionais. Nessa sua “fanzine”, poeticamente escrita, descreve o seu ganha pão, os seus quadros artisticos que valem 40 biliões de euros... é obra

Faltava 1h e 30m para o inicio da partida e tudo corria como o planeado, até que alguem se lembrou que tinham deixado o “Lu” no Restelo, enfim, uma falha tecnica que se resolveu.
O muito tempo que restava para o inicio da partida, permitiu a que o pessoal fosse comer e beber nos cafés junto ao estádio para que mais tarde houvesse força para gritar pelo Belém.
Enquanto o pessoal chegava e outros comiam cá fora, lá dentro já se colocavam as faixas na rede da Fúria Azul.

Chegou a hora, a Fúria com cerca de 80 elementos apresentou na bancada os habituais estandartes e bandeiras á entrada da equipa em campo e o apoio foi total. Delirio quando o Belenenses marcou o 1º golo e mesmo após o golo vitoriano aos 85mins não fez com que a Fúria Azul diminuisse o seu apoio constante. Após o 2º golo as bandeiras estiveram constantemente no ar, e a alegria da bancada do topo norte era azul. Estavam cerca de 400 adeptos azuis em Setubal, muito bom para uma segunda.feira á noite.
Quanto á partida, O Belenenses estreou-se a vencer fora do Restelo, no Estádio do Bonfim (1-2), diante de um Vitória de Setúbal que até criou as melhores oportunidades de golo mas não teve arte e engenho para bater o experiente Marco Aurélio, em partida que encerrou a 17.ª jornada da Superliga.

Quem não marca... sofre! Esta velha máxima do futebol aplica-se na perfeição à partida desta noite no Estádio do Bonfim. O Vitória entrou a todo o gás, poderia ter resolvido o jogo na primeira parte, criou algumas oportunidades de golo contra apenas uma dos azuis do Restelo (Lourenço).
O Belenenses só aos 27 minutos criou perigo para a baliza de Marco Tábuas (Lourenço), pelo que o nulo ao intervalo não reflectia a supremacia sadina durante os primeiros 45 minutos.
A segunda parte começou como a primeira: logo no primeiro minuto, Jorginho falha mais uma oportunidade flagrante de golo, com a bola a bater na barra da baliza de Marco Aurélio. Volvidos escassos seis minutos, foi a vez de Manuel José rematar ao poste, com a baliza escancarada. Era azar a mais para a equipa de José Couceiro, que só pode queixar-se de si própria.

O Belenenses adianta-se no marcador aos 60 minutos, por intermédio de Juninho Petrolina, que disparou à entrada da área, após passe de Amaral. José Couceiro arriscou ainda mais no ataque, mas agora a sua equipa dava sinais de nervosismo e, aos 75 minutos, o Belenenses poderia ter elevado a vantagem, mas Amaral, isolado diante de Marco Tábuas, rematou para fora.
O Vitória não baixou os braços, enquanto o Belenenses tentava gerir a vantagem e explorar o contra-ataque. Aos 84 minutos, Manuel José repôs a igualdade no marcador, ao apontar muito bem um livre e surpreender Marco Aurélio. O tempo escoava-se e o Vitória pressionava, enquanto Carlos Carvalhal tentava «arrefecer» o ímpeto dos sadinos com várias substituições. Tudo indicava que o empate iria permanecer até final, mas ao cair do pano o Belenenses conseguiu mais um golo que lhe valeu três pontos preciosos. Grande trabalho de Cabral, na esquerda, a endossar a bola a Marco Paulo e este a facturar.

Os sadinos, que mantiveram o oitavo lugar, com 24 pontos, enquanto o Belenenses foi feliz e saltou do 15.º para o 12.º posto, agora com 21 pontos e já mais tranquilo.
Muito se fala da assistência no Restelo, mas o publico no próprio estadio do bonfim não está melhor, talves cerca de 2500 pessoas a assistir ao encontro.
Ultima nota para as duas claques sadinas, os Furacões Sadinos e o VIII Exercito estavam juntos no mesmo sector, algumas movimentaçoes durante a partida com bandeiras e estandartes. O VIII exercito apresentou uma tarja critica dedicada ao Carlos Carvalhal no inicio do encontro que dizia: Carvalhal, trabalho e dedicação vale mais que €, ambição diferente de €. Bem... na verdade ninguem trabalha para aquecer, pode-se fazer um trabalho com dedicação no entanto sem dinheiro no final do mês é normal que não haja motivação.

O regresso fez-se com bom espirito e a chegada ao Restelo ainda deu para cumprimentar pessoalmente os nossos jogadores que tinham acabado de regressar de Setúbal


