FUTSAL: APOIO INCONDICIONAL PROVOCOU INTERRUPÇÃO DO TREINO
Publicado terça-feira, abril 22, 2008 ás 19:43.Inacreditável e ... indiscritível, estes são os adjectivos que melhor descrevem o que se passou na passada noite de segunda-feira no Pavilhão Acácio Rosa.
No primeiro treino da semana, depois da derrota em Vizela e da lamentável actuação da FPF com o castigo aplicado ao Clube e ao jogador Pedro Cary, as bancadas do pavilhão foi literalmente invadidas por mais de 300 Sócios e elementos da Claque "Fúria Azul" que como se de um jogo se tratasse gritaram pela equipa e pelo Cary.

No primeiro treino da semana, depois da derrota em Vizela e da lamentável actuação da FPF com o castigo aplicado ao Clube e ao jogador Pedro Cary, as bancadas do pavilhão foi literalmente invadidas por mais de 300 Sócios e elementos da Claque "Fúria Azul" que como se de um jogo se tratasse gritaram pela equipa e pelo Cary.

Perante o olhar admirado e muito comovido dos jogadores com tamanha manifestação de carinho e apoio, o técnico Alípio Matos, também bastante saudado, interrompeu o treino de modo a que os atletas pudessem agradeçer este gesto que jamais será esquecido por todos, atletas, treinadores e dirigentes.
As manifestações de apoio continuaram quando os muitos elementos da Fúria Azul, munidos de bandeiras e cachecois, abriram uma frase que dizia " Perdemos uma Batalha ... não a guerra. Força".
Após muitos pedidos dos Belenenses presentes os jogadores dirigiram-se até junto da bancada onde foram repetidos os gestos de carinho e incentivo.
Foram muitos os jogadores, tecnicos e dirigentes que não conseguiram esconder a emoção do momento e viram-se lágrimas a rolar nalgumas caras.

A grandeza dos Clubes não se vê apenas nas vitórias e depois da derrota e da vergonha da FPF (porque é que o Clube e o Atleta só foram castigados 8 meses depois? Será que foi por o atleta ser útil à selecção nacional no apuramento para o mundial?) a manifestação de apoio dada pelos Sócios do Clube é sinónimo de que o Belenenses é grande e merece o lugar que ocupa e que, pelos vistos, alguém nos está a tentar tirar.


