REPORTAGEM: PAÇOS DE FERREIRA 1 – 1 BELENENSES
Publicado quarta-feira, abril 26, 2006 ás 09:52.Tratava-se de uma deslocação que prometia, visto que as inscrições para a ida ao norte do país começaram a surgir desde cedo, e logo se adivinhou que seria uma viagem para mais tarde recordar. Equiparável a esta deslocação, este ano, somente a ida ao Dragão que levou igualmente o mesmo numero de belenenses.


Pois bem, foram nada mais nada menos que quatro camionetas que fizeram desde Lisboa o seu trajecto até à capital do móvel, uma delas era exclusivamente para a Fúria Azul, ainda que fosse necessário distribuir elementos por outros buses devido ao facto do veiculo que transportava os ultras se encontrar completamente lotado.
A saída fez-se por volta das 10:30 devido a um pequeno atraso no entanto a malta mantinha-se sempre bem disposta e afinava as gargantas para uma partida realizada a um domingo à luz do dia.


Mesmo com o ligeiro atraso a chegada à capital do móvel fez-se cerca de uma hora e meia antes do inicio da partida no Estádio da Mata Real, o que permitiu ao pessoal ir almoçar, dar uns toques na bola e atestar para que podessem estar firmes logo mais no apoio ao Belém.
Já na bancada, a Fúria Azul juntou-se aos cerca de 300 belenenses que se deslocaram a Paços de Ferreira o que fez com que a bancada do topo norte tivesse bem composta com uma enorme mancha azul.



A Fúria Azul conseguiu reunir cerca de 80 elementos atrás da baliza e manteve-se sempre bem movimentada com as suas bandeiras e estandartes fez com que a onda azul na bancada do topo se podesse sobressair perante o estádio da Mata Real com uma assistência fora do comum.
Grande atitude dos ultras de Belém que mesmo após o primeiro golo do paços, não se fez calar, puxaram e impulsionaram a equipa até ao grito do golo do empate apontado por Rubem Amorim. Até ao final da partida, foi praticamente incansável o seu apoio.


Quanto ao encontro, o Paços de Ferreira marcou no primeiro remate efectuado. Isto através de uma grande jogada onde Didi e Júnior Bahia projectaram um golo que Edson executou. A partida parecia condicionada pela forma como os azuis de Belém obtinham supremacia territorial por via da coesão dos seus 5 médios. Todavia, eram as transições rápidas dos pacenses que agitavam as águas, servindo o momento de inspiração do sector atacante como factor de desequilíbrio que viabilizou o tento obtido.


A verdade é que o Belenenses chegou ao empate também na sua primeira verdadeira oportunidade. O golo de Ruben Amorim é fantástico pela força e colocação do remate a longa distância, mas penalizante para a cobertura dos médios-defensivos pacenses, Júnior e Pedrinha. Este não pareceu muito afectado pela situação e esteve perto de se redimir poucos minutos volvidos quando, em lance de insistência após um canto, optou pelo remate quando todos esperavam o cruzamento. Valeu a Marco Aurélio o seu instinto.



O Belenenses regressou mais consistente dos balneários, encontrando soluções de desdobramento que permitiam dar profundidade atacante. Paulo Sérgio era a peça fundamental graças à sua raça e velocidade. Aos 51 minutos protagonizou uma situação caricata por via de uma notável aceleração que lhe permitiu ganhar um lance ao guardião Pedro na linha lateral a fazer lembrar o sucedido entre Paulo Santos e Didi na visita dos pacenses a Braga. Só que, desta vez, foi tudo legal. Paulo Sérgio ainda cruzou, mas Meyong não conseguiu finalizar correctamente. Uma dupla insistência de José Fonte, uma bola de Meyong ao poste e até uma escorregadela de João Paulo no momento de rematar apenas solidificaram o empate anunciado.
No final os jogadores agradeceram a presença de toda a massa associativa azul presente.
O regresso foi animado e mais uma vez a camioneta azul encontrou os jogadores pelo caminho na paragem de serviço. Foi tempo de reabastecer as gargantas e o estômago, de acabar a peladinha iniciada de manhã e de seguir viagem para Lisboa. A chegada fez-se por volta das 23h.



A próxima jornada está agendada para domingo ás 18:30h e é fundamental o teu apoio para que o Belenenses possa desde já garantir a manutenção. Não faltes !!


Pois bem, foram nada mais nada menos que quatro camionetas que fizeram desde Lisboa o seu trajecto até à capital do móvel, uma delas era exclusivamente para a Fúria Azul, ainda que fosse necessário distribuir elementos por outros buses devido ao facto do veiculo que transportava os ultras se encontrar completamente lotado.
A saída fez-se por volta das 10:30 devido a um pequeno atraso no entanto a malta mantinha-se sempre bem disposta e afinava as gargantas para uma partida realizada a um domingo à luz do dia.


Mesmo com o ligeiro atraso a chegada à capital do móvel fez-se cerca de uma hora e meia antes do inicio da partida no Estádio da Mata Real, o que permitiu ao pessoal ir almoçar, dar uns toques na bola e atestar para que podessem estar firmes logo mais no apoio ao Belém.
Já na bancada, a Fúria Azul juntou-se aos cerca de 300 belenenses que se deslocaram a Paços de Ferreira o que fez com que a bancada do topo norte tivesse bem composta com uma enorme mancha azul.



A Fúria Azul conseguiu reunir cerca de 80 elementos atrás da baliza e manteve-se sempre bem movimentada com as suas bandeiras e estandartes fez com que a onda azul na bancada do topo se podesse sobressair perante o estádio da Mata Real com uma assistência fora do comum.
Grande atitude dos ultras de Belém que mesmo após o primeiro golo do paços, não se fez calar, puxaram e impulsionaram a equipa até ao grito do golo do empate apontado por Rubem Amorim. Até ao final da partida, foi praticamente incansável o seu apoio.


Quanto ao encontro, o Paços de Ferreira marcou no primeiro remate efectuado. Isto através de uma grande jogada onde Didi e Júnior Bahia projectaram um golo que Edson executou. A partida parecia condicionada pela forma como os azuis de Belém obtinham supremacia territorial por via da coesão dos seus 5 médios. Todavia, eram as transições rápidas dos pacenses que agitavam as águas, servindo o momento de inspiração do sector atacante como factor de desequilíbrio que viabilizou o tento obtido.


A verdade é que o Belenenses chegou ao empate também na sua primeira verdadeira oportunidade. O golo de Ruben Amorim é fantástico pela força e colocação do remate a longa distância, mas penalizante para a cobertura dos médios-defensivos pacenses, Júnior e Pedrinha. Este não pareceu muito afectado pela situação e esteve perto de se redimir poucos minutos volvidos quando, em lance de insistência após um canto, optou pelo remate quando todos esperavam o cruzamento. Valeu a Marco Aurélio o seu instinto.



O Belenenses regressou mais consistente dos balneários, encontrando soluções de desdobramento que permitiam dar profundidade atacante. Paulo Sérgio era a peça fundamental graças à sua raça e velocidade. Aos 51 minutos protagonizou uma situação caricata por via de uma notável aceleração que lhe permitiu ganhar um lance ao guardião Pedro na linha lateral a fazer lembrar o sucedido entre Paulo Santos e Didi na visita dos pacenses a Braga. Só que, desta vez, foi tudo legal. Paulo Sérgio ainda cruzou, mas Meyong não conseguiu finalizar correctamente. Uma dupla insistência de José Fonte, uma bola de Meyong ao poste e até uma escorregadela de João Paulo no momento de rematar apenas solidificaram o empate anunciado.
No final os jogadores agradeceram a presença de toda a massa associativa azul presente.
O regresso foi animado e mais uma vez a camioneta azul encontrou os jogadores pelo caminho na paragem de serviço. Foi tempo de reabastecer as gargantas e o estômago, de acabar a peladinha iniciada de manhã e de seguir viagem para Lisboa. A chegada fez-se por volta das 23h.



A próxima jornada está agendada para domingo ás 18:30h e é fundamental o teu apoio para que o Belenenses possa desde já garantir a manutenção. Não faltes !!
Fotos de: Luís Silva, Salta e colaboração de Blog Megafone


