REPORTAGEM: SETÚBAL 1 – 0 BELENENSES: FRACA EXIBIÇÃO À BEIRA SADO
Publicado quinta-feira, dezembro 15, 2005 ás 01:20.Foi a oitava partida em 14 jornadas que a equipa de futebol profissional do Belenenses disputou a um dia de semana à noite. É curiosa esta estatística e dá que pensar, juntando-se ainda o facto de nunca ter sido realizada esta época nenhuma partida antes das 19 horas.

Condenados pelo futebol moderno, a concentração dos ultras azuis fez-se no Restelo pelas 17:30h de segunda-feira. Pelo facto de ser um dia de trabalho e escolar, muitos dos elementos da Fúria Azul foram directamente para Setúbal pelos seus próprios meios, juntando-se ao grupo de cerca de 70 membros que se fizeram ouvir no Estádio do Bonfim.
Uma primeira parte boa em termos vocais e uma razoável segunda parte, tendo nesta havido alguns espaços entre cantigos devido ao desenrolar do encontro dentro das quatro linhas. Os ultras azuis destacaram-se no sector adversário na bancada superior do Bonfim muito bem composta de adeptos e simpatizantes do clube de Lisboa (não tão bem composta como anos anteriores).

A tradição acabou por ser quebrada este ano, o Belenenses perdeu por uma bola a zero num recinto que não perdia desde a remota época de 1996/1997. Mesmo assim, segundo dados estatísticos, o Belenenses leva vantagem, em 55 jogos realizados no Bonfim, o Belenenses venceu 21 jogos, perdeu 18 vezes e empatou 15 encontros.
Autêntica «bofetada de luva branca» dos jogadores do V. Setúbal e do seu treinador, Norton de Matos, numa Direcção, presidida por Chumbita Nunes, que tem deixado arrastar a vergonhosa situação dos salários em atraso. Ainda assim, os atletas sadinos não baixam os braços e averbaram mais uma vitória, ao invés do clube adversário, onde os jogadores são bem pagos e com salários em dia. Diante de um Belenenses que praticamente não incomodou o guarda-redes Moretto, apesar de ter em Meyong um dos melhores marcadores (nove golos). Sozinho na frente, o camaronês raramente criou perigo para a baliza sadina, manietado pela melhor defesa da Europa (apenas três golos sofridos).

A primeira parte foi para esquecer. As equipas arrastaram-se no relvado, sem rasgos individuais e sem oportunidades de golo, mais parecendo que estávamos perante um treino. Na segunda, as «coisas» foram diferentes para melhor. O golo de Auri surgiu aos 48 minutos. Aguardava-se a reacção do Belenenses, mas ela quase não existiu, apesar de José Couceiro ter reforçado o ataque.
O Belenenses teria de arriscar muito mais para lograr sair do Bonfim com um resultado positivo. O Vitória soube chegar ao golo e, depois, defender a vantagem, mas ainda assim esteve mais perto do segundo golo que o Belenenses do tento do empate.
Depois de dois resultados positivos, o Belenenses perdeu em Setúbal. “Os jogos são diferentes, mas claro que foi um passo atrás em relação ao que vínhamos a fazer”, afirmou o técnico dos homens do Restelo.
«Depois de uma primeira parte morna, entrámos muito mal nos segundos 45 minutos. Cometemos um erro, do qual resultou o golo do Vitória de Setúbal. E quando sabíamos que o forte do adversário eram os lances de bola parada. Por isso, tínhamos de estar mais concentrados», referiu ainda José Couceiro.
A próxima jornada tem algo não muito habitual, o Belenenses joga no Restelo no Sábado ás 16 horas e será uma boa oportunidade para compareceres e apoiares o Grande Belém ! Não Faltes !

Condenados pelo futebol moderno, a concentração dos ultras azuis fez-se no Restelo pelas 17:30h de segunda-feira. Pelo facto de ser um dia de trabalho e escolar, muitos dos elementos da Fúria Azul foram directamente para Setúbal pelos seus próprios meios, juntando-se ao grupo de cerca de 70 membros que se fizeram ouvir no Estádio do Bonfim.
Uma primeira parte boa em termos vocais e uma razoável segunda parte, tendo nesta havido alguns espaços entre cantigos devido ao desenrolar do encontro dentro das quatro linhas. Os ultras azuis destacaram-se no sector adversário na bancada superior do Bonfim muito bem composta de adeptos e simpatizantes do clube de Lisboa (não tão bem composta como anos anteriores).

A tradição acabou por ser quebrada este ano, o Belenenses perdeu por uma bola a zero num recinto que não perdia desde a remota época de 1996/1997. Mesmo assim, segundo dados estatísticos, o Belenenses leva vantagem, em 55 jogos realizados no Bonfim, o Belenenses venceu 21 jogos, perdeu 18 vezes e empatou 15 encontros.
Autêntica «bofetada de luva branca» dos jogadores do V. Setúbal e do seu treinador, Norton de Matos, numa Direcção, presidida por Chumbita Nunes, que tem deixado arrastar a vergonhosa situação dos salários em atraso. Ainda assim, os atletas sadinos não baixam os braços e averbaram mais uma vitória, ao invés do clube adversário, onde os jogadores são bem pagos e com salários em dia. Diante de um Belenenses que praticamente não incomodou o guarda-redes Moretto, apesar de ter em Meyong um dos melhores marcadores (nove golos). Sozinho na frente, o camaronês raramente criou perigo para a baliza sadina, manietado pela melhor defesa da Europa (apenas três golos sofridos).

A primeira parte foi para esquecer. As equipas arrastaram-se no relvado, sem rasgos individuais e sem oportunidades de golo, mais parecendo que estávamos perante um treino. Na segunda, as «coisas» foram diferentes para melhor. O golo de Auri surgiu aos 48 minutos. Aguardava-se a reacção do Belenenses, mas ela quase não existiu, apesar de José Couceiro ter reforçado o ataque.
O Belenenses teria de arriscar muito mais para lograr sair do Bonfim com um resultado positivo. O Vitória soube chegar ao golo e, depois, defender a vantagem, mas ainda assim esteve mais perto do segundo golo que o Belenenses do tento do empate.
Depois de dois resultados positivos, o Belenenses perdeu em Setúbal. “Os jogos são diferentes, mas claro que foi um passo atrás em relação ao que vínhamos a fazer”, afirmou o técnico dos homens do Restelo.
«Depois de uma primeira parte morna, entrámos muito mal nos segundos 45 minutos. Cometemos um erro, do qual resultou o golo do Vitória de Setúbal. E quando sabíamos que o forte do adversário eram os lances de bola parada. Por isso, tínhamos de estar mais concentrados», referiu ainda José Couceiro.
A próxima jornada tem algo não muito habitual, o Belenenses joga no Restelo no Sábado ás 16 horas e será uma boa oportunidade para compareceres e apoiares o Grande Belém ! Não Faltes !


