REPORTAGEM: NAVAL 2 - 3 BELENENSES

Conforme combinado o pessoal juntou-se no Restelo à hora marcada e nem os três jogos fora de casa que se seguem (Naval, Bragança e Rotunda) fizeram desanimar os furiosos que encheram um bus e rumaram até à Figueira da Foz juntamente com mais duas outras excursões, uma organizada pelo clube e outra por adeptos da Margem Sul do Tejo.

A viagem foi acompanhada com a bebida da praxe e a chegada foi em festa.
Os ultras brindaram a entrada em campo dos Azuis do Restelo abrindo estandartes, bandeiras e alguns potes de fumo.




O Belenenses apostado em corrigir a derrota “caseira” com a Académica, a equipa azul protagonizou uma entrada demolidora.
Quando alguns adeptos ainda se acomodavam nas bancadas, Nivaldo colocou os “azuis” em vantagem, desviando de cabeça pontapé de canto batido por José Pedro. Estava cumprido o primeiro minuto de jogo! Com um futebol de grande mobilidade, assente em rápidas trocas de bola, a equipa de Jorge Jesus colocava a defesa da Naval em constante sobressalto. Não foi assim de estranhar que o segundo golo surgisse escassos dez minutos depois do primeiro, desta feita da autoria de Dady. O avançado surgiu solto na área a desviar cruzamento de Eliseu, que ficou com a posse de bola num lance dividido junto à linha lateral... com o guarda-redes Taborda.



O Belenenses via-se com vantagem de duas bolas nos minutos iniciais do jogo e ficou muito perto de dilatá-la aos 26 minutos, tivesse Mancuso, com a baliza à sua mercê, concretizado um lance que parecia de golo certo. A Naval, que já fizera o primeiro aviso num cabeceamento de Orestes, reduziu a desvantagem aos 38 minutos, por intermédio de Lito, num desvio de cabeça subtil a cruzamento de Fajardo.



Os pupilos de Mariano Barreto, empolgados com o golo, arrancaram para 15 minutos finais de grande pressão junto do último reduto do Belenenses. Mário Sérgio, com uma “bomba” de meia distância, obrigou Costinha a brilhar entre os postes, muito perto do apito para o intervalo.



A Naval recolhia aos balneários a mandar no jogo e assim regressou para a etapa complementar. A boa atitude da formação da casa valeu o golo do empate aos 51 minutos. Gaúcho, aproveitando um ressalto na área contrária, atirou para o fundo das redes, sem hipótese de defesa.

Vendo o triunfo fugir-lhe por entre os dedos, Jorge Jesus lançou Carlitos e Ruben Amorim para os lugares de Amaral e Mancuso. O Belenenses reequilibrou o jogo e logrou recolocar-se em vantagem aos 72 minutos, com um golo de José Pedro.



O Belenenses soube aguentar a preciosa vantagem (Gaspar rendeu Carlitos, que entrara no decorrer da segunda metade), regressando aos triunfos.

Boa prestação da Fúria principalmente durante a primeira parte após os dois golos de rajada do Belenenses. Fizeram-se sentir cantigos fortes o que beneficiou muito o seu desempenho todavia na segunda parte, e com o decorrer do encontro, o pessoal preocupou-se mais em ver o jogo cantando com espaços.



Jorge Jesus comentou o encontro: “O Belenenses apresentou 35 minutos de futebol com grande qualidade. Fizemos dois golos nesse período e poderíamos ter chegado ao 3-0. Revelámos organização defensiva e rapidez no ataque. O golo da Naval surgiu quando nada o fazia prever», analisou Jorge Jesus.

«O adversário chegou ao empate na segunda parte, mas nunca desistimos e acreditámos sempre na vitória. Os meus jogadores actuaram encharcados em antibióticos e injecções, mas deram tudo o que tinham e mereceram a vitória”

A próxima jornada encontra-se agendada para segunda feira ás 19:45 na rotunda do Porto mas antes o Belenenses desloca-se a Bragança nesta próxima quarta-feira para mais uma caminhada rumo ao Estádio Nacional. Não Faltes !


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