REPORTAGEM: NACIONAL 4 – 0 BELENENSES
Publicado quarta-feira, abril 12, 2006 ás 17:06.Com um tempo meteorológico inconstante, nublado e meio chuvoso, dois elementos da Fúria Azul deslocaram-se à ilha da Madeira para mais uma deslocação fora de portas com o intuito de representar o grupo e apoiar o clube do coração.
A viagem foi planeada e organizada previamente, não pelo clube pois cedo chegaram à conclusão que não compensava ficar 24 horas na ilha e pagar o mesmo que ficar uma semana (viagem + alojamento). Algo que posteriormente também não agradou a quem foi pela agencia de viagens orientada pelo clube.

Sendo assim, os dois membros tentaram aproveitar ao máximo a estadia na ilha e a viagem começou a surgir efeito logo na quinta-feira à noite. Após alguns atrasos no voo, o imponente pelicano cruzava os céus do Atlântico a uma velocidade cruzeiro de 800km/h e do cockpit anunciava-se a chegada à ilha.
Com os devidos atrasos, só por volta das 2h da manhã é que chegaram à ilha do Tio Alberto.
Sem Airbus, apenas restava o taxi para os levar ao centro da cidade. O taxista fez questão de servir de guia e mostrar os pontos principais da cidade do Funchal à noite. Logo nos apercebemos da simpatia daquela gente acolhedora mesmo apesar do preço de 30€ correspondente a uma viajem de 20km entre o aeroporto e o centro da cidade.


No dia seguinte a ansiedade vinha ao de cima, pois era o dia do grande jogo que se iria disputar lá em cima na Choupana, o sol apoderava-se da ilha e dissipava-se na mente que houvesse mau tempo e que pudesse adiar o jogo tal como aconteceu à cerca de 2 semanas na partida entre o Nacional e o Rio Ave, devido ao facto do estádio do Nacional da Madeira estar situado num ponto altíssimo e propicio a mau tempo.
Enquanto não chegava a hora de caminhar para o estádio, aproveitamos a sexta feira para conhecer melhor o Funchal, juntamente com o nosso amigo madeirense que nos recebeu de uma forma espectacular e que desde já agradecemos tudo o que fez por nós durante a nossa estadia na bonita ilha da Madeira.

Com rali tascas de manhã à noite, andamos de teleférico, subimos ao Monte e vimos os bonitos e coloridos jardins madeirenses que compõem o arquipélago.
Tivemos igualmente a oportunidade de conhecer muitos belenenses residentes na Madeira e que nos viam e cumprimentavam-nos. Praticamente todos os dias encontrávamos adeptos do Belenenses espalhados pelas mais diversas vilas e cidades que passamos, algo que nos fez pensar qual o limite da grandeza do nosso clube.
Depois do almoço com vista panorâmica sobre o Funchal, subimos à Choupana para provar a conhecida poncha antes de caminhar para o Estádio Rui Alves.
Cerca de 12 adeptos do Belenenses compunham o sector adversário, a maioria eram residentes da Madeira.


Quanto à partida, o Nacional, que não conhecia o sabor da vitória há seis jogos, trocou o mau pelo óptimo, sem meio termo, atropelando um Belenenses que, pelo que fez ao longo dos primeiros quarenta e cinco minutos, não merecia tão pesado castigo. Três lances de grande perigo por parte do Belenenses poderiam ter dado outro resultado ao encontro, Meyong e José Pedro tiveram oportunidades flagrantes de inaugurar o marcador para os azuis. No entanto, a equipa de José Couceiro surgiu na Choupana com tracção atrás, com cinco elementos no sector defensivo, ainda assim insuficientes para travar a corrente ofensiva da equipa madeirense. Em contra-ataque, a formação visitante criou uma mão-cheia de situações de perigo, sobretudo na etapa inicial, mas regressou a Lisboa a zero e com a bagagem cheia de más recordações, com quatro golos encaixados.

O primeiro golo, com a assinatura de Alexandre Goulart, surgiu pouco depois de uma mão na bola de Rolando no interior da área, que deveria redundar numa grande penalidade a favorecer o Nacional. Assim não foi, mas a equipa da casa não esperou muito tempo para colocar-se em vantagem, com Goulart a fugir à marcação de Vasco Faísca (aposta infeliz de Couceiro) e a corresponder da melhor forma a um cruzamento de Miguelito.
O Belenenses andou coxo, ao longo do encontro, e isso permitiu ao Nacional construir um resultado gordo na etapa complementar. O lado esquerdo da formação visitante foi um verdadeiro oásis para a equipa de Manuel Machado e uma constante dor de cabeça para José Couceiro que, um minuto depois de tirar Vasco Faísca (55m), viu Patacas surgir nesse flanco para cruzar para a área, onde estava a cabeça de André Pinto, a dirigir a bola para o fundo da baliza. Um lance muito contestado pelos visitantes.
Por essa altura, Rui Jorge começava a apresentar problemas físicos.


Saiu o lateral esquerdo, entrou Gaspar, central de raiz, e voltou o Nacional a subir pelo lado direito, com Goulart e combinar bem com Marchant e a bisar na partida, aproveitando um desvio de Rolando após o seu remate, que deixou Marco Aurélio pregado ao relvado.
José Couceiro comentou desta forma a pesada derrota no reduto do Nacional: «Talvez o Belenenses tenha sido demasiado macio. O jogo teve duas partes distintas.

Na primeira parte, o Nacional faz um golo, mas nós temos mais oportunidades que o Nacional, mas não conseguimos marcar. Não foram superiores a nós e foi uma primeira parte equilibrada. Na segunda parte, há um momento que decide o jogo. O árbitro marca uma falta a nosso favor, a nossa equipa vai para área e de repente o árbitro, por indicação do auxiliar, muda o sentido da falta. Não percebo porquê e o jogo até estava parado por causa da substituição. Fomos apanhados em contra pé, sofrendo um golo, o que nos desorientou por completo. Quando voltámos a equilibrar já estávamos a perder por 4-0. O segundo golo sofrido matou qualquer reacção. De resto, o jogo foi mau para nós, o Nacional foi mais eficaz, mas penso que o resultado é excessivo e muito penalizante para o Belenenses.»
Não há que arranjar desculpas e só temos que pensar no próximo jogo em casa, onde teremos de o vencer de qualquer forma.

No final, tornou-se na tristeza da goleada sofrida, no final do jogo era o desanimo na cara daqueles que se deslocaram para ver o Belenenses, mesmo assim o dia não ficou totalmente estragado, pois o pessoal sempre bem humorado no Nacional da Madeira convidou-nos para passar na sede da claque Força Alvi Negra e dar dois dedos de conversa. Lá fora, a fanfarra fazia a festa com um grupo musical juntamente com o bailarico que animou aquele convívio. A boa disposição prosseguiu pela noite dentro juntamente com imensas peripécias, algumas delas que irão certamente ficar na memória de quem as viveu, juntamente com um amigo dos Ultras Alvinegros.

O fim de semana estava por nossa conta, afinal só regressávamos na segunda-feira à tarde. O sábado foi aproveitado ao máximo, com passagem por Câmara de Lobos, Estreito, Cabo Girão e Ribeira Brava. Na passagem pelo Funchal, ainda deu para assistir no Pavilhão do Marítimo o encontro de hockey patins da II Divisão entre o Marítimo e o Sesimbra. O Sesimbra venceu a partida por 2-0.
Ainda houve oportunidade de passar no bar dos Ultras Templários onde bebemos e trocamos ideias com alguns deles.
Infelizmente a chuva no fim de semana não estava nos planos no entanto ainda se aproveitou para comer a famosa espetada típica madeirense, juntamente com a ginjinha, o pé de cabra, a coral e a poncha que animaram o final da tarde que foi acompanhado com a visualização do Sporting-Porto.

Para o Domingo, estava planeada a ida a Machico, terra de muitos belenenses e onde podemos assistir a um bom jogo de futebol entre o Machico e o Atlético Clube de Portugal (nosso vizinho e rival de outros tempos).
Antes do encontro, ainda passámos em Santana onde ficamos a conhecer as típicas casas madeirenses e por lá almoçamos.

A sete jornadas do final do Campeonato da III divisão nacional, o Machico recebeu o Atlético, tratava-se de um jogo de candidatos, visto que os alcantarenses deslocaram-se à Madeira na segunda posição apenas com um ponto de vantagem sobre o Machico.
Para quem não sabe, a Associação Desportiva de Machico faz parte de uma fusão realizada em 1969 entre o Belenenses e o Sporting locais. Anteriormente existia mesmo um clube chamado Belenenses de Machico, daí o facto de existir muitos belenenses a residir nessa área.
Quanto à partida, os dois clubes empataram a duas bolas, numa partida muito empolgante pois o Machico conseguiu recuperar o resultado que antes do intervalo estava perdido por duas bolas a zero. A fanfarra municipal apoiou a equipa local.

O fim da tarde foi passado na marina do Funchal no Santinhos Bar com o pessoal amigo e ainda tivemos dedicatória de um fadista que por lá andava.
Eram 21h de segunda-feira quando aterramos em Lisboa, acabava mais uma viagem, com orgulho de ser belenenses mas que na bagagem trazíamos a tristeza da derrota juntamente com alguma fadiga. Também as saudades e as recordações dos grandes e bons momentos que passamos naquela ilha espectacular, e com toda a certeza que para o ano lá estaremos para rever todos aqueles que nos receberam tão bem. Um especial agradecimento ao Tomás, ao Eurico, ao André e ao João (Papinhas).

POR TI VOU LUTAR, POR TI VOU TE AMAR, NÃO TE DEIXO MAIS, NUNCA NUNCA MAIS! FORÇA BELÉM ALLÉZ!
A viagem foi planeada e organizada previamente, não pelo clube pois cedo chegaram à conclusão que não compensava ficar 24 horas na ilha e pagar o mesmo que ficar uma semana (viagem + alojamento). Algo que posteriormente também não agradou a quem foi pela agencia de viagens orientada pelo clube.

Sendo assim, os dois membros tentaram aproveitar ao máximo a estadia na ilha e a viagem começou a surgir efeito logo na quinta-feira à noite. Após alguns atrasos no voo, o imponente pelicano cruzava os céus do Atlântico a uma velocidade cruzeiro de 800km/h e do cockpit anunciava-se a chegada à ilha.
Com os devidos atrasos, só por volta das 2h da manhã é que chegaram à ilha do Tio Alberto.
Sem Airbus, apenas restava o taxi para os levar ao centro da cidade. O taxista fez questão de servir de guia e mostrar os pontos principais da cidade do Funchal à noite. Logo nos apercebemos da simpatia daquela gente acolhedora mesmo apesar do preço de 30€ correspondente a uma viajem de 20km entre o aeroporto e o centro da cidade.


No dia seguinte a ansiedade vinha ao de cima, pois era o dia do grande jogo que se iria disputar lá em cima na Choupana, o sol apoderava-se da ilha e dissipava-se na mente que houvesse mau tempo e que pudesse adiar o jogo tal como aconteceu à cerca de 2 semanas na partida entre o Nacional e o Rio Ave, devido ao facto do estádio do Nacional da Madeira estar situado num ponto altíssimo e propicio a mau tempo.
Enquanto não chegava a hora de caminhar para o estádio, aproveitamos a sexta feira para conhecer melhor o Funchal, juntamente com o nosso amigo madeirense que nos recebeu de uma forma espectacular e que desde já agradecemos tudo o que fez por nós durante a nossa estadia na bonita ilha da Madeira.

Com rali tascas de manhã à noite, andamos de teleférico, subimos ao Monte e vimos os bonitos e coloridos jardins madeirenses que compõem o arquipélago.
Tivemos igualmente a oportunidade de conhecer muitos belenenses residentes na Madeira e que nos viam e cumprimentavam-nos. Praticamente todos os dias encontrávamos adeptos do Belenenses espalhados pelas mais diversas vilas e cidades que passamos, algo que nos fez pensar qual o limite da grandeza do nosso clube.
Depois do almoço com vista panorâmica sobre o Funchal, subimos à Choupana para provar a conhecida poncha antes de caminhar para o Estádio Rui Alves.
Cerca de 12 adeptos do Belenenses compunham o sector adversário, a maioria eram residentes da Madeira.


Quanto à partida, o Nacional, que não conhecia o sabor da vitória há seis jogos, trocou o mau pelo óptimo, sem meio termo, atropelando um Belenenses que, pelo que fez ao longo dos primeiros quarenta e cinco minutos, não merecia tão pesado castigo. Três lances de grande perigo por parte do Belenenses poderiam ter dado outro resultado ao encontro, Meyong e José Pedro tiveram oportunidades flagrantes de inaugurar o marcador para os azuis. No entanto, a equipa de José Couceiro surgiu na Choupana com tracção atrás, com cinco elementos no sector defensivo, ainda assim insuficientes para travar a corrente ofensiva da equipa madeirense. Em contra-ataque, a formação visitante criou uma mão-cheia de situações de perigo, sobretudo na etapa inicial, mas regressou a Lisboa a zero e com a bagagem cheia de más recordações, com quatro golos encaixados.

O primeiro golo, com a assinatura de Alexandre Goulart, surgiu pouco depois de uma mão na bola de Rolando no interior da área, que deveria redundar numa grande penalidade a favorecer o Nacional. Assim não foi, mas a equipa da casa não esperou muito tempo para colocar-se em vantagem, com Goulart a fugir à marcação de Vasco Faísca (aposta infeliz de Couceiro) e a corresponder da melhor forma a um cruzamento de Miguelito.
O Belenenses andou coxo, ao longo do encontro, e isso permitiu ao Nacional construir um resultado gordo na etapa complementar. O lado esquerdo da formação visitante foi um verdadeiro oásis para a equipa de Manuel Machado e uma constante dor de cabeça para José Couceiro que, um minuto depois de tirar Vasco Faísca (55m), viu Patacas surgir nesse flanco para cruzar para a área, onde estava a cabeça de André Pinto, a dirigir a bola para o fundo da baliza. Um lance muito contestado pelos visitantes.
Por essa altura, Rui Jorge começava a apresentar problemas físicos.


Saiu o lateral esquerdo, entrou Gaspar, central de raiz, e voltou o Nacional a subir pelo lado direito, com Goulart e combinar bem com Marchant e a bisar na partida, aproveitando um desvio de Rolando após o seu remate, que deixou Marco Aurélio pregado ao relvado.
José Couceiro comentou desta forma a pesada derrota no reduto do Nacional: «Talvez o Belenenses tenha sido demasiado macio. O jogo teve duas partes distintas.

Na primeira parte, o Nacional faz um golo, mas nós temos mais oportunidades que o Nacional, mas não conseguimos marcar. Não foram superiores a nós e foi uma primeira parte equilibrada. Na segunda parte, há um momento que decide o jogo. O árbitro marca uma falta a nosso favor, a nossa equipa vai para área e de repente o árbitro, por indicação do auxiliar, muda o sentido da falta. Não percebo porquê e o jogo até estava parado por causa da substituição. Fomos apanhados em contra pé, sofrendo um golo, o que nos desorientou por completo. Quando voltámos a equilibrar já estávamos a perder por 4-0. O segundo golo sofrido matou qualquer reacção. De resto, o jogo foi mau para nós, o Nacional foi mais eficaz, mas penso que o resultado é excessivo e muito penalizante para o Belenenses.»
Não há que arranjar desculpas e só temos que pensar no próximo jogo em casa, onde teremos de o vencer de qualquer forma.

No final, tornou-se na tristeza da goleada sofrida, no final do jogo era o desanimo na cara daqueles que se deslocaram para ver o Belenenses, mesmo assim o dia não ficou totalmente estragado, pois o pessoal sempre bem humorado no Nacional da Madeira convidou-nos para passar na sede da claque Força Alvi Negra e dar dois dedos de conversa. Lá fora, a fanfarra fazia a festa com um grupo musical juntamente com o bailarico que animou aquele convívio. A boa disposição prosseguiu pela noite dentro juntamente com imensas peripécias, algumas delas que irão certamente ficar na memória de quem as viveu, juntamente com um amigo dos Ultras Alvinegros.

O fim de semana estava por nossa conta, afinal só regressávamos na segunda-feira à tarde. O sábado foi aproveitado ao máximo, com passagem por Câmara de Lobos, Estreito, Cabo Girão e Ribeira Brava. Na passagem pelo Funchal, ainda deu para assistir no Pavilhão do Marítimo o encontro de hockey patins da II Divisão entre o Marítimo e o Sesimbra. O Sesimbra venceu a partida por 2-0.
Ainda houve oportunidade de passar no bar dos Ultras Templários onde bebemos e trocamos ideias com alguns deles.
Infelizmente a chuva no fim de semana não estava nos planos no entanto ainda se aproveitou para comer a famosa espetada típica madeirense, juntamente com a ginjinha, o pé de cabra, a coral e a poncha que animaram o final da tarde que foi acompanhado com a visualização do Sporting-Porto.

Para o Domingo, estava planeada a ida a Machico, terra de muitos belenenses e onde podemos assistir a um bom jogo de futebol entre o Machico e o Atlético Clube de Portugal (nosso vizinho e rival de outros tempos).
Antes do encontro, ainda passámos em Santana onde ficamos a conhecer as típicas casas madeirenses e por lá almoçamos.

A sete jornadas do final do Campeonato da III divisão nacional, o Machico recebeu o Atlético, tratava-se de um jogo de candidatos, visto que os alcantarenses deslocaram-se à Madeira na segunda posição apenas com um ponto de vantagem sobre o Machico.
Para quem não sabe, a Associação Desportiva de Machico faz parte de uma fusão realizada em 1969 entre o Belenenses e o Sporting locais. Anteriormente existia mesmo um clube chamado Belenenses de Machico, daí o facto de existir muitos belenenses a residir nessa área.
Quanto à partida, os dois clubes empataram a duas bolas, numa partida muito empolgante pois o Machico conseguiu recuperar o resultado que antes do intervalo estava perdido por duas bolas a zero. A fanfarra municipal apoiou a equipa local.

O fim da tarde foi passado na marina do Funchal no Santinhos Bar com o pessoal amigo e ainda tivemos dedicatória de um fadista que por lá andava.
Eram 21h de segunda-feira quando aterramos em Lisboa, acabava mais uma viagem, com orgulho de ser belenenses mas que na bagagem trazíamos a tristeza da derrota juntamente com alguma fadiga. Também as saudades e as recordações dos grandes e bons momentos que passamos naquela ilha espectacular, e com toda a certeza que para o ano lá estaremos para rever todos aqueles que nos receberam tão bem. Um especial agradecimento ao Tomás, ao Eurico, ao André e ao João (Papinhas).

POR TI VOU LUTAR, POR TI VOU TE AMAR, NÃO TE DEIXO MAIS, NUNCA NUNCA MAIS! FORÇA BELÉM ALLÉZ!


