REPORTAGEM: BELENENSES 0 – 1 MARÍTIMO: HONREM O BELENENSES, QUE O BELENENSES SABER-VOS-Á HONRAR !!
Publicado quarta-feira, novembro 23, 2005 ás 15:33.O Belenenses voltou a perder, desta vez por 1-0, no Estádio do Restelo na partida que encerrou a 11.ª jornada da Liga portuguesa. Uma partida sem grande interesse e muito mal disputada pela turma azul.
No momento em que se pensava que a mudança de atitude tinha regressado a Belém, os nossos atletas voltaram a desiludir e o Belenenses já não vence há oito jornadas.

O Marítimo entrou bem, a mandar no jogo e a criar situações de perigo para a baliza do Belenenses. Chegou ao golo na marcação de uma grande penalidade, a castigar falta de Marco Aurélio sobre Kanu (37mins), numa altura em que os azuis tentavam equilibrar a partida. Muito ansiosa, a formação de José Couceiro sentia grandes dificuldades em chegar ao golo, perdeu o controlo do meio-campo e praticava um futebol lento e denunciado, não conseguindo surpreender o adversário.
Em desvantagem ao intervalo, José Couceiro apostou tudo na segunda parte, primeiro com a entrada de Ahamada, depois de José Pedro e Amaral. O Belenenses pressionou, Ahamada tudo fez para marcar, mas agora era tempo de o Marítimo defender a vantagem, com mérito para o guarda-redes Marcos, muito seguro entre os postes. Até final, o Marítimo ainda desfrutou de uma boa ocasião, em jogada de contra-ataque.


Ainda não foi desta que José Couceiro se estreou a vencer. O Belenenses joga sobre brasas, com muitos passes falhados e alguma falta de pontaria, fruto da ansiedade. Falta-lhe uma vitória para a necessária tranquilidade, até tem bons executantes.
Suar a camisola e perder não é vergonha, jogar sem ambição e não dignificar o emblema é falta de consideração para com o adepto.

Mesmo com uma medíocre assistência, talvez a pior da época no Restelo (1000 pessoas), a Fúria Azul ainda se pode considerar como a voz e a alma do Restelo, de um lado uma bancada completamente despida, de outro lado adeptos azuis dispersos entre vários sectores.
Um cenário cinzento já alertado pelo nosso mister JC que condenou a ditadura televisiva como principal causa.
Também é verdade que um jogo à segunda-feira ás 20h da noite não ajuda, o frio e a chuva para os lados do Restelo faz-se sentir intensamente e claro os resultados desportivos não são os esperados. Estamos convictos que com resultados o cenário seria diferente no entanto não deixa de ser ridículo que alguém depois de assistir a este jogo de segunda-feira no estádio do Restelo ainda tenha cabeça para se atrever a ler o Jornal do Belenenses com a sua sempre grandiosa manchete fora de horas: “O Restelo tem que ser um Inferno”. Enfim... sem comentários.

O guardião Marco Aurélio completou 300 jogos, uma meta que não está ao alcance de todos e que merece o nosso total respeito como profissional e como pessoa de referência do nosso clube. Pela sua já característica simpatia, e pelo reconhecimento próprio do que o clube já lhe proporcionou na vida profissional e pessoal, o nosso Imperador Marco Aurélio sente-se um Belenenses e como tal a Fúria Azul apresentou no inicio do encontro um estandarte com a silhueta do guarda-redes juntamente com uma tarja que dizia: “Obrigado Marco” pretendendo assim assinalar mais um momento alto da carreira do imperador.


A Fúria Azul apresentou na sua bancada um numero a rondar os 55/60 elementos que na primeira parte ainda esteve bastante audível chegando mesmo durante quase toda a primeira metade a abafar as cornetas dos homens da Madeira que se encontravam no lado oposto da bancada superior norte. A segunda parte foi mais fraca a nível vocal, com muitos espaços muito devido ao resultado e má qualidade futebolística praticada em campo, no entanto a bandeira e o estandarte manteve-se em movimento.

Destaque para a presença de cerca de 35 elementos do Esquadrão Maritimista que se deslocaram ao continente com os seus já habituais megafones e instrumentos musicais e para a presença de um elemento dos Ultras Templários. O intervalo serviu para troca de impressões e de algum material entre elementos da FA e grupos de apoio maritimistas.

O final do encontro foi agitado, com muita contestação dentro e fora do recinto desportivo, tendo sido necessária escolta policial para que o presidente Cabral Ferreira saisse da cabine presidencial, bem como cá fora do estádio onde a intervenção da policia foi necessária para acalmar os animos dos cerca de 50 adeptos que esperavam a saída dos jogadores.
A próxima jornada está agendada para o próximo Domingo ás 21:30 no Estádio da Luz desta vez contra os lampiões.
Brevemente o Blog Armada Azul anunciará mais informações sobre a deslocação à segunda circular.

SOMOS NÓS BELENENSES, A TUA VOZ BELENENSES, SOMOS A ALMA, A FORÇA E A AMBIÇÃO, LUTAREMOS PARA TE VER CAMPEÃO !!!
No momento em que se pensava que a mudança de atitude tinha regressado a Belém, os nossos atletas voltaram a desiludir e o Belenenses já não vence há oito jornadas.

O Marítimo entrou bem, a mandar no jogo e a criar situações de perigo para a baliza do Belenenses. Chegou ao golo na marcação de uma grande penalidade, a castigar falta de Marco Aurélio sobre Kanu (37mins), numa altura em que os azuis tentavam equilibrar a partida. Muito ansiosa, a formação de José Couceiro sentia grandes dificuldades em chegar ao golo, perdeu o controlo do meio-campo e praticava um futebol lento e denunciado, não conseguindo surpreender o adversário.
Em desvantagem ao intervalo, José Couceiro apostou tudo na segunda parte, primeiro com a entrada de Ahamada, depois de José Pedro e Amaral. O Belenenses pressionou, Ahamada tudo fez para marcar, mas agora era tempo de o Marítimo defender a vantagem, com mérito para o guarda-redes Marcos, muito seguro entre os postes. Até final, o Marítimo ainda desfrutou de uma boa ocasião, em jogada de contra-ataque.


Ainda não foi desta que José Couceiro se estreou a vencer. O Belenenses joga sobre brasas, com muitos passes falhados e alguma falta de pontaria, fruto da ansiedade. Falta-lhe uma vitória para a necessária tranquilidade, até tem bons executantes.
Suar a camisola e perder não é vergonha, jogar sem ambição e não dignificar o emblema é falta de consideração para com o adepto.

Mesmo com uma medíocre assistência, talvez a pior da época no Restelo (1000 pessoas), a Fúria Azul ainda se pode considerar como a voz e a alma do Restelo, de um lado uma bancada completamente despida, de outro lado adeptos azuis dispersos entre vários sectores.
Um cenário cinzento já alertado pelo nosso mister JC que condenou a ditadura televisiva como principal causa.
Também é verdade que um jogo à segunda-feira ás 20h da noite não ajuda, o frio e a chuva para os lados do Restelo faz-se sentir intensamente e claro os resultados desportivos não são os esperados. Estamos convictos que com resultados o cenário seria diferente no entanto não deixa de ser ridículo que alguém depois de assistir a este jogo de segunda-feira no estádio do Restelo ainda tenha cabeça para se atrever a ler o Jornal do Belenenses com a sua sempre grandiosa manchete fora de horas: “O Restelo tem que ser um Inferno”. Enfim... sem comentários.

O guardião Marco Aurélio completou 300 jogos, uma meta que não está ao alcance de todos e que merece o nosso total respeito como profissional e como pessoa de referência do nosso clube. Pela sua já característica simpatia, e pelo reconhecimento próprio do que o clube já lhe proporcionou na vida profissional e pessoal, o nosso Imperador Marco Aurélio sente-se um Belenenses e como tal a Fúria Azul apresentou no inicio do encontro um estandarte com a silhueta do guarda-redes juntamente com uma tarja que dizia: “Obrigado Marco” pretendendo assim assinalar mais um momento alto da carreira do imperador.


A Fúria Azul apresentou na sua bancada um numero a rondar os 55/60 elementos que na primeira parte ainda esteve bastante audível chegando mesmo durante quase toda a primeira metade a abafar as cornetas dos homens da Madeira que se encontravam no lado oposto da bancada superior norte. A segunda parte foi mais fraca a nível vocal, com muitos espaços muito devido ao resultado e má qualidade futebolística praticada em campo, no entanto a bandeira e o estandarte manteve-se em movimento.

Destaque para a presença de cerca de 35 elementos do Esquadrão Maritimista que se deslocaram ao continente com os seus já habituais megafones e instrumentos musicais e para a presença de um elemento dos Ultras Templários. O intervalo serviu para troca de impressões e de algum material entre elementos da FA e grupos de apoio maritimistas.

O final do encontro foi agitado, com muita contestação dentro e fora do recinto desportivo, tendo sido necessária escolta policial para que o presidente Cabral Ferreira saisse da cabine presidencial, bem como cá fora do estádio onde a intervenção da policia foi necessária para acalmar os animos dos cerca de 50 adeptos que esperavam a saída dos jogadores.
A próxima jornada está agendada para o próximo Domingo ás 21:30 no Estádio da Luz desta vez contra os lampiões.
Brevemente o Blog Armada Azul anunciará mais informações sobre a deslocação à segunda circular.



